Projeto Cultura que Conecta é realizado com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social em Rio Branco do Sul como método de prevenção de prática de crimes
Iniciativa promoveu atividades culturais e artísticas no Casarão Furquim, com patrocínio do Tribunal de Justiça do Paraná e apoio institucional da Secretaria de Cultura do município.

Durante os meses de setembro e outubro de 2026, o Instituto Elos Invisíveis implementou o projeto Cultura que Conecta, voltado a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social de Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba. As atividades foram realizadas na sede do Casarão Furquim, espaço que recebeu a programação cultural e artística da iniciativa.
Patrocinado pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR), o projeto contou com o apoio institucional da Secretaria de Cultura de Rio Branco do Sul e teve como proposta promover o acesso à cultura e à arte, reconhecendo essas expressões como instrumentos de desenvolvimento humano, participação social e fortalecimento de vínculos comunitários.
A programação contemplou oficinas de dança, samba, rap, audiovisual, fotografia e teatro, proporcionando aos participantes oportunidades de contato com diferentes linguagens artísticas e formas de expressão. As atividades buscaram estimular a criatividade, a experimentação e o desenvolvimento de habilidades, além de ampliar as possibilidades de acesso de crianças e adolescentes a experiências culturais.
A realização do Cultura que Conecta reafirma a importância de iniciativas que democratizam o acesso à cultura, especialmente para públicos que enfrentam barreiras sociais e econômicas para participar de atividades artísticas e culturais. Ao ocupar um espaço cultural do município com ações direcionadas à infância e à adolescência, o projeto também contribuiu para valorizar a cultura como um direito e como parte fundamental da formação cidadã.
Para o Instituto Elos Invisíveis, a iniciativa integra o compromisso institucional com a promoção dos direitos humanos, a redução das desigualdades e a construção de oportunidades para populações em situação de vulnerabilidade social.
O Instituto agradece ao Tribunal de Justiça do Paraná pelo patrocínio e à Secretaria de Cultura de Rio Branco do Sul pelo apoio institucional, fundamentais para a realização do projeto.
1. Oficina de Teatro
A oficina de Teatro proporcionou às crianças e aos adolescentes uma experiência de expressão artística por meio da interpretação, da expressão corporal e da criatividade. As atividades estimularam a imaginação, a comunicação e a exploração de diferentes formas de contar histórias.
2. Oficina de Dança
A oficina de Dança promoveu o contato com o movimento e a expressão corporal como formas de manifestação artística e cultural. Por meio das atividades, os participantes puderam explorar o ritmo, a coordenação motora, a criatividade e as possibilidades de expressão individual e coletiva.
3. Oficina de Rap
A oficina de Rap aproximou crianças e adolescentes da cultura hip-hop, valorizando a música e a palavra como instrumentos de expressão, identidade e comunicação. As atividades possibilitaram o contato com a composição de rimas e a construção de narrativas inspiradas em vivências, ideias e realidades sociais.
4. Oficina de Fotografia
A oficina de Fotografia incentivou os participantes a explorar o olhar sobre o território e o cotidiano por meio da linguagem fotográfica. Com atividades práticas, a proposta estimulou a criatividade, a percepção visual e a descoberta da fotografia como ferramenta de expressão e registro de histórias.
5. Oficina de Audiovisual
A oficina de Audiovisual apresentou aos participantes possibilidades de criação por meio de imagens, sons e narrativas. As atividades estimularam a criatividade e o contato com recursos de produção audiovisual, ampliando o conhecimento sobre formas de contar histórias e comunicar ideias por meio de conteúdos visuais.
6. Oficina de Samba
A oficina de Samba promoveu o contato com uma das importantes expressões da cultura popular brasileira, valorizando seus ritmos, movimentos e tradições. A atividade proporcionou uma experiência de vivência cultural e expressão corporal, contribuindo para o reconhecimento da diversidade cultural e da riqueza das manifestações populares.





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